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Autor: Dr Fabiano Cunha

Explicação para publico não médico:
A tendinite é uma doença crônica, de origem inflamatória onde o fator comum é o excesso de esforço sobre um grupo muscular ou tendíneo. Isto vale para a epicondilite de cotovelo do tenista profissional e para o operador de telemarketing que digita o dia todo. Também é ponto comum que este mesmo local pode ser treinado de forma a fortalecer o tendão e prepara-lo para o esforço, prevenindo a lesão, veja como neste artigo

Mas de qualquer forma, mesmo estando treinado, se for ultrapassado o limite do local a tendinite vai aparecer. O tratamento da tendinite deve sempre se basear nas duas fases do problema: prevenção e recuperação de um tendão inflamado. O melhor tratamento para tendinite é com uma máquina chamada Swiss dolorclast, ou ondas de choque, onde um aparelho fabricado na Suiça causa pequenos impactos na pele, como se fossem pequenas pancadas. Este estímulo na pele penetra no local inflamado e vai aumentar ali a circulação de sangue, o que consegue estimular a cicatrização. Depois desta ondas de choque é fundamental fortalecer o local, com fisioterapia ou academia.
Este tratamento com ondas de choque já é usado no mundo todo e tem bons resultados em 70% dos clientes, mesmo em casos graves. Esta aplicação é um tratamento médico, que envolve diagnóstico correto, realizar exames que mostrem a gravidade do problema e planejar o tratamento todo, desde melhorar da crise de dor até prevenir novas crises e fortalecer o local. A tendinite tem tratamento efetivo, para isso precisa ser levada a sério e tratada corretamente.
Explicação para Médico:
Os tendões transportam a carga do músculo para o osso por mecanismo de tensão e sofrem alterações biomecânicas após esforço repetitivo1. Este tendão pode se adaptar por um mecanismo chamado mecanotransdução, ou seja, ao ser tensionado, responde alongando os tenócitos e a matriz extracelular. Um fator de gravidade em tendinite é a presença de neo-angiogenese detectável pelo ultrassom, pois geralmente esta ocorre por hipóxia e processo degenerativo crônico, mediada por fator de crescimento vascular endotelial (VEGF)4. Pensando na evolução crônica deste processo, a VEGF estimula produção de metaloproteases, que perpetua e aumenta a degeneração, edema, dor, causando um ciclo vicioso de piora. Pela característica de suportar bem impactos, os tendões podem voltar a ter um metabolismo aeróbico se corretamente estimulados. O Tratamento por ondas de choque tem mostrado potencial de estimular uma cicatrização de boa qualidade, por mecanismo aeróbico, pois aumenta a circulação sanguínea no local por vaso dilatação, via N2O, permitindo que a cicatrização ocorra mediada por FGF (fibroblast Growth Factor), formando novo tecido cicatricial de boa qualidade, com características de tensão melhores do que uma fibrose.

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